AEE_FECHAMENTO_FRANCISCA
Mais uma disciplina se
encerra e ao longo dessa trajetória foram abertas novas janelas do
conhecimento, com a disciplina AEE pude ter uma melhor compreensão do que
propõem as políticas de educação inclusiva no Brasil e pude também presenciar
como é que de fato acontece o funcionamento de uma sala de recursos e também ter
uma ideia geral de como ocorre a inclusão na maioria das escolas brasileiras.
Ao comparar e cruzar os
dados das pesquisas sobre o funcionamento das salas de recursos percebe que há
aproximações dessas escolas, como, por exemplo, números de salas a desejar, a
organização das salas é voltada as demandas dos alunos, o AEE na maioria não está
contemplado PPP, entre outros, mas que mais me chamou a atenção foi a
afirmativa de o aluno ao frequentar o AEE nas salas de recursos multifuncionais
melhora seu desempenho acadêmico.
Partindo desse pressuposto
o professor que atua no AEE deve ter uma formação especifica, buscando sempre o aprofundamento sobre a diversidade
de deficiências que são atendidas nessa sala. Sem dúvida nenhuma, não há
receitas prontas, o que serve para o “Roberto”, não servirá para o “Jean” e nem
para “Maria”, cada caso é um caso, cada um com sua especificidade, ou seja, deve
um estudo de caso individual do aluno em questão.
O estudo de caso é uma
metodologia ativa de aprendizagem, que o professor do AEE deve utilizar na sala
de recursos ao realizar o atendimento educacional especializado, este é
composto por etapas correlatas: Apresentação do problema, o professor do AEE
pesquisa e organiza informações sobre a realidade do aluno e expõe em linhas
gerais o problema apresentado; Esclarecimento do problema, há uma analise geral
dos diversos contextos que fazem parte do universo do aluno (família, escola e
outros), na tentativa de uma melhor compreensão do caso; Identificação da
natureza, após a coleta geral de dados feita na etapa anterior, o professor do
AEE estabelece a natureza e o tipo do problema do aluno; Resolução do problema,
após a construção da hipótese do problema do AEE, dá-se inicio aos possíveis
encaminhamentos para resolução do problema que culminaram com a Elaboração do
Plano de ação do AEE, onde deve-se ter clareza dos objetivos que espera
alcançar ao longo de sua execução, devendo ser revisitado sempre que for
necessário.
Francisca,
ResponderExcluirAchei muito interessante seu texto, realmente no AEE não existe receita pronta, cada aluno é único e precisa de atenção especial. Por isso a importância do estudo de caso.
Com certeza Rute!
ResponderExcluirOi, Fran!
ResponderExcluirRealmente, é fundamental mergulhar no estudo de caso para que suplantemos as receitas prontas!
Abç
Francisca, comungo com a sua ideia que o professor que atua no AEE deveria ter uma formação específica, ou seja, graduação em educação especial, e pós- graduado na mesma área.
ResponderExcluirratificando o posicionamento anterior das colegas, o estudo de caso é imprescindível para o atendimento desta aluno, ainda que já tenha laudo exarado por especialistas.
Gostei muito da sua dica de priorizar a formação continuada do professor de AEE, pois apenas uma única formação não garante acesso a toda forma de conhecimento.
ResponderExcluirParabéns
Reginalva